Massagem tântrica para mulheres: decisão

 

Postado em 26 de dezembro de 2018

 

 

Assim como é muito comum a maioria das mulheres ficaram reticentes na hora de decidir viver a experiência da massagem tântrica, também é muito comum se soltarem totalmente no momento em estão ali, prontas para a experiência.

 

 



Isso tem uma explicação: o processo decisório envolve a ruptura de uma série de tabus e paradigmas, que a maioria das mulheres carrega, por conta das suas criações com pilares patriarcais, machistas, opressoras e repressoras, que contamina não só a base familiar, mas toda sociedade, inclusive as próprias mulheres nas suas relações umas com as outras.

Ocorre que, quando a decisão de viver e experiência é tomada por um mulher e ela vai até local, significa que toda ou a esmagadora maioria dessas questões negativas da criação já foram rompidas, mesmo que ainda seja uma situação que ela não tenha percebido.

E essa ruptura também tem explicação: a liberdade está na natureza dos seres humanos e isso está ainda mais potencializado nas mulheres. Não é a massagem que rompe as questões negativas da criação que aprisionam as mulheres. Não é o terapeuta que as convence. Toda essa ruptura é realizada por elas, em seus interiores, quando decidem pela libertação, em vez da prisão existencial.

A energia sexual corre em todos nós é o que nos move. Nossa sexualidade está presente em tudo que sentimos, pensamos e fazemos. Por isso essa nossa natureza que grita por liberdade.

Afirmo, pelas experiências incríveis que tenho com mulheres, que o restante dessas questões que, eventualmente, permaneçam até elas chegaram ao local, se diluem rapidamente ali e que a massagem flui perfeitamente.

Estou escrevendo este texto, pois uma paciente que atendi recentemente me agradeceu por tê-la deixado a vontade e percebi que ainda não tinha escrito sobre isso. Na realidade, ela ficou naturalmente a vontade. Trata-se de liberdade que está e sempre esteve dentro dela. Trata-se de liberdade que está dentro de todas mulheres.


 

Por Prem Prabhu